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Em Luziânia, padrasto é preso suspeito de abusar sexualmente das enteadas durante 10 anos

Publicado dia 18/04/2018 às 02h35min
Segundo o delegado, o suspeito tinha obsessão com a mais velha que foi abusada desde o sete anos de idade e que era proibida de ter qualquer tipo de amizade e relacionamento

Um vigilante de 37 anos foi preso nesta segunda-feira (16) suspeito de abusar de duas enteadas em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. As meninas, que hoje estão 15 e 17 anos, alegavam que o padrasto tinha um sentimento de possessividade, principalmente com a vítima mais velha, que foi abusada por 10 anos.

Segundo o delegado à frente do caso, Maurício Rocha,  só possível ter conhecimento do crime após uma tia materna encontrar uma conversa da vítima mais nova com uma amiga em um aplicativo de mensagem. “Nesse relato, ela contou que padrasto teria a tocado duas vezes na coxa antes dos quatorze anos. Ela ficava sem entender, mas ficava com medo, pois, segundo ela, ele a ameaçava psicologicamente”, destaca.

A mesma tática era usada com a mais velha, vista como a fonte da obsessão do suspeito. Com ela, o suspeito fazia atos libidinosos desde os seus sete anos, mas não houve a conjunção carnal. “A vítima relatou que ele aproveitava quando ficava sozinho em casa com ela e ia no quarto da vítima nu e fazia ela tocar nele e vice-versa. Para amedrontar as vítimas, ele dizia que elas iriam acabar com o relacionamento da mãe se contasse algo para alguém”, relatao delegado.

Rocha também ressalta que a obsessividade do padastro era tamanha com a enteada mais velha que ele chegou a proibi-la de ter amigos e, quando apresentou o namorado, o suspeito teve um surto e chegou a quebrar o dedo do pé após chutar uma porta.

Depois de tomar conhecimento do caso, a suspeito ficou um tempo foragido e foi preso temporariamente após retornar a cidade. As meninas estão sob cuidados do pai, já que mãe não acreditou nas filhas e não quis mais ficar com elas. A Polícia Civil investiga se ela tinha consentimento dos abusos.

O suspeito cumpre prisão temporária no presídio de Luziânia até o término das investigações e o Judiciário decidirá se prolongará a sentença.

Fonte: Emais

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